sábado, 11 de agosto de 2012

Uma Nova Vida em Sunset Valley


O período que eu tinha para assumir o hospital de Sunset Valley estava acabando, e em duas semanas me mudei para cá. 



Quando contei ao Maikon que me mudaria para Sunset Valley, ele me recomendou duas ótimas arquitetas: BeAz Vila e Meg Gonçalves; o Maikon me disse que elas poderia trabalhar em um projeto para mim, já que estava tudo em cima da hora. Meg alegou estar com falta de tempo, mas BeAz conseguiu dar conta do recado. Ela tem um site com fotos das casas que planeja, e pela internet combinamos a reforma; que ficou perfeita.
Carol acabou tornando-se muito amiga de BeAz e mantém contato sempre, mesmo BeAz estando em uma “Volta ao Mundo” ao lado de seu namorado. 



No dia em que chegamos, fiz questão de levar Carol até a praia, e fomos contemplados com um belíssimo pôr-do-sol e uma maravilhosa noite estrelada.

Estávamos em plena felicidade. Dois bobos apaixonados imaginando como seriam as alianças em nossos dedos após o casamento. 



Nosso momento romântico só fora interrompido quando percebi a felicidade de Rufus, ao voltar à praia onde sempre brincou, era tão grande que ele estava fazendo inúmeros buracos na areia. 



Dois meses depois...

Com a minha vinda para Sunset Valley, meus pais optaram por continuar por aqui. Com o dinheiro que meu pai lucrou com os seus 15 minutos de fama junto a umas antigas economias dele e de minha mãe, os dois resolveram fazer uma pequena reforma em sua casa. 




A Alexia acabou voltando para Paris sem que eu a visse. Ela ficou extremamente furiosa por eu ter furado nosso compromisso, mas acabou me perdoando após eu contar que havia furado pois pedi Carol em noivado e que havíamos partido para a “comemoração”.  Sua partida fora antecipada devido a morte de um amigo francês seu.
A última vez que nos falamos foi há duas semanas, mas nos falamos rapidamente pois ela estava em uma versnissage “hot” de uma amiga sua.



Já o John... Esse nos liga praticamente três vezes por dia. Ele e a Rosana foram surpreendidos por uma gravidez completamente inesperada, o que fez com que eles adiassem o casamento. Rosana disse que não queria casar parecendo o bolo do casamento. A barriga ainda não dá sinais, mas o John todos os dias me diz que a barriga está crescendo... 



No domingo, meu único dia de folga, sempre visitávamos meus pais, mas naquele dia eles ficaram de ir almoçar conosco, pois Carol estava com alguns capítulos de seu livro atrasados. Acordei cedo e resolvi fazer alguns exercícios, embora eu estivesse “um pouco” fora de forma.
Uma jornalista havia combinado de passar aqui durante a manhã para fazer uma entrevista comigo.



Já estava na piscina quando ouvi Carol me chamar falando que o John estava ao telefone querendo falar comigo.



Fui até o quarto e Carol estava em sua mesa de trabalho. Peguei o telefone e atendi:
- Fala, John!  
- Como assim você vai dar uma entrevista para outro jornalista que não seja eu? – Ele bradou. – Saiba que estou extremamente decepcionado com você. Nunca me deu uma entrevista! Nem quando fiz aquela série de reportagens sobre o câncer, e muito menos sobre a desnutrição infantil em Al Simhara!

Ele mal terminou de dizer as frases quando desligou o telefone sem me dar ao menos a chance de dizer que tinha de dar a entrevista, afinal, se eu negasse, poderiam pensar que eu estava ocultando as tramóias do último diretor.



Caminhei até Carol falando:
- Acredita que ele desligou na minha cara? Você não devia ter contado pra Rosana... Tem horas que o John se porta como se tivesse cinco anos de idade...
- Ah amor! Vai ver ele está chateado mesmo... E a Rosana não falou por mal, uma hora outra isso passa.
- Será? Vamos ver... Se ele ligar mais tarde, está tudo bem.
- Amor, você pode checar a caixa de correios? Ficaram de me mandar uns papéis da editora...
- Claro, amor! Vou ver! 



Fui até a caixa de correios checar se a encomenda de Carol havia chegado, porém nada havia lá. 



Estava voltando para casa quando ouvi uma voz feminina me chamar:
- Edward Smith?



Voltei-me para a garota e fique surpreso ao encará-la. Os olhos... A cor do cabelo... A cor da pele... Pensei que pudesse ser alguma alucinação minha devido ao calor e ao cloro da piscina, mas ela era parecidíssima com o John.



Eu continuei a encarando por alguns instantes... Eu poderia até ter pensado numa mudança de sexo do John, mas eu o conhecia bem e sabia que isso era impossível de acontecer.
- Está tudo bem? – Ela perguntou.



- Desculpa! É que você se assemelha demais a um amigo meu e nós acabamos de nos falar por telefone. – Ri.
- Espero que ele seja bonito. Uma personalidade pública chamar uma jornalista de feia é, no mínimo, suicídio de imagem pessoal.  – Ela sorriu. 



- Não se preocupe. Meu amigo é bonito, mas você é muito mais. – Sorri. – Você deve ser a jornalista né?
- E você deve ser o médico...  – Ela sorriu. - Dr. Edward Smith! Prazer, sou Estela! Estela McGold!

Ao ouvir o sobrenome da garota, achei coincidência demais para ser verdade.  

- Notas - 
Quero fazer um duplo agradecimento à BeAz, mesmo sem ter comunicado à ela, pela sua sim e pela casa disponibilizada em seu site (http://beazsims.blogspot.com.br/). Espero que não se incomode. 
Outra coisa é que as duas próximas atualizações são um tanto "complicadas"... Terei uma breve retomada ao passado, que envolve a Estela; portanto terei um trabalho maior. Eu tenho estudado a semana inteira, e só venho aqui para responder os comentários carinhosos de todos. Dentro de três meses ocorre o ENEM e em dezembro já começa a minha maratona de vestibulares. Não quero para a história por esse tempo, mas as vezes - como hoje - o jogo dá problemas ou tenho visitas, ai demoro de fazer as fotos. Ou seja, as atualizações podem ser postadas no sábado ou no domingo devido aos meus compromissos. 
Fiz uma enquete para vocês tentarem descobrir o que a Estela é do John ;3 
Obrigado a todos e um bom final de semana!